Morte na Mesopotâmia – Agatha Christie

Romance policial e suspense sempre foi de longe os dois estilos que eu mais gostei de ler. Eu vim descobrir isso já aos 17 anos quando ganhei um livro do Sidney Sheldon, depois disso eu leio outros livros meio que pra não ficar “empancada” em um só lugar e não entender de nada além de assassinatos, mas sempre que vou em uma livraria fico mais encantada com os pockets de suspense do que qualquer outra coisa.


Esses dias eu li Morte na Mesopotâmia, da Agatha Christie, minha escritora preferida de longe.

Esse livro é narrado pela enfermeira britânica Amy Leatheran, que em uma viagem de trabalho pelo Iraque, conhece o arqueólogo Eric Leidner, um homem barbudo, com uma aparência meiga e um jeito afável, que a contrata para cuidar de sua esposa, Louise Leidner, uma mulher de meia idade, delicada e encantadora.

Assim que é contratada, Amy viaja para um vilarejo perto de Bagdá, onde está acontecendo a expedição arqueológica do Dr. Leidner e onde reside Louise. Assim que chega ao local ela percebe os sustos constantes que a Sra. Leidner passa ao imaginar que está sendo vigiada a todo instante e tida por todos como paranóica. O livro, até então, permanece meio parado e você não entende muito bem o que está acontecendo de verdade, até que a enfermeira começa a conhecer os outros personagens e descobre o real motivo de tanto medo vindo de Louise.

Apesar do seu esforço para ajuda-la, logo Louise acaba sendo encontrada morta por um assassino misterioso, que ninguém viu, e nem ouviu em nenhum lugar da grande casa. Agora chega minha parte favorito dos livros da Agatha: A chegada do detetive Hercule Poirot, que é convocado para solucionar o assassinato que chocou a todos.

Ele começa a estudar os cômodos da casa, refazer os passos do assassino, o perfil de Louise Leidner (Amada ou odiada?) enquanto investiga todos os membros da expedição (Que não são poucos), já que todos podem ser o culpado desse crime.

Entre os suspeitos estão: Bill Coleman (Um arqueólogo jovem, de cara redonda, alvoroçado e que fala pelos cotovelos); Srta. Johnson (Uma senhora meiga, mas com feições masculinas, de cara feia e enrugada); Padre Lavigny (Um monge francês, alto, de barba comprida e sempre com um pincenê – aqueles óculos que se prendem a nariz); Sr. Reiter (Um fotógrafo meio bobão, gorducho e com cabelo encaracolado, quase parecendo um porquinho); David Emmott (Um homem com aparência cômica, mas muito reservado e quieto); Sra. Mercado (Uma mulata jovem e sensual, com feições africanas e muito atrevida); Sr. Mercado (Um homem alto e magro, bem mais velho que a esposa, e um tanto quanto melancólico); E por fim, Richard Carey (Um arquiteto que chegava a apavorar de tão atraente).

O que eu mais gosto nos livros estrelados por Hercule Poirot, é que você lê o livro inteiro para poder ler o último capítulo, que é onde ele percorre por toda a história do assassinato, falando exatamente como aconteceu e como encontrou o culpado, e o que eu mais gosto da Agatha é que durante o livro você suspeita de todos os personagens (E dificilmente você acerta).

Ainda não li nenhum livro da autora protagonizado por Miss Marple, mas morro de curiosidade. E você, qual seu estilo de livro favorito? Já leu algum da Agatha? Qual seu detetive preferido? Me conta nos comentários e se ler o livro, me marca nas redes que amo ver o que vocês postam!

assiaturaa-flor

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